Música
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27 de jan. de 2016

Rico [Riquíssima] Dalasam

A saída é você se aceitar de dentro para fora, do que você é para você”.


Ter nascido negro, pobre e gay não parecia exatamente uma vantagem até o dia em que decidiu usar a seu favor cada rótulo que recebeu. O paulista Rico Dalasam chega à cena do hip hop nacional para derrubar muros e desconstruir estigmas sociais. Suas músicas, no entanto, não versam sobre violência policial e crime. Com rimas que descrevem sem rodeios sobre aceitação, gêneros e ferveção, Dalasam sabe onde quer chegar: marcar seu nome na música brasileira e alcançar o que chama de "business", sem perder a chance de ser representativo para tantas pessoas.

A atitude não é apenas no palco, Dalasam trouxe de seu dia a dia o estilo transgênero de se vestir: calça legging, camisas e casacos coloridos que podem ser acompanhados de um chapéu super colorido para compôr o visual. A formação do seu estilo próprio veio do interesse por moda: quando ainda era criança, ganhava uns trocados fazendo penteados e tranças. Após estudar moda e audiovisual, meteu as caras no mercado editorial e trabalha até hoje como produtor de moda.


A cena de rap “queer” (termo que pode ser traduzido como "rap gay") já é realidade nos EUA há alguns anos, onde nomes como Le1f, Mykki Blanco, Cakes Da Killa e Zebra Katz escandalizam o gueto misturando pose de gangster com trejeitos e o glamour de diva pop. 

A letra de uma de suas músicas "Não Posso Esperar", fala sobre a aceitação da própria sexualidade e as primeiras paixões. Rico enfrenta com "carão" uma segregação velada, mas ainda tabu dentro do rap, que muitas vezes delimitou homens e mulheres de uma maneira estereotipada, levantando um questionamento: há preconceito no movimento? “É uma dúvida recorrente de quem não acompanha a cena. Fui criando um caminho inédito e meu. Nesse primeiro instante, minha voz teve um papel enorme de romper e criar um imaginário de que era possível, a ponto de outros artistas explorarem isso, não só no rap. E também as minorias das quais faço parte”, responde o músico em uma entrevista.

Rico diz que não encara como estigma ser taxado como o “rapper gay”. Ele afirma já queria ser essa representatividade e isso acaba se tornando um marco porque, de alguma forma, gera uma mudança. Isso acaba tornando o rap maior, dando possibilidade das minorias viverem as coisas e unindo dois movimentos que, na sua concepção, andavam desunidos: o negro e o gay.

Assim que vi e ouvi o trabalho do Rico fiquei encantada aka. morta pela riqueza de cores e conceitos. A prova disso é o clipe "Riquíssima" lançado neste mês. Confira e se emocione, apenas:


~ Miga, corre com a paleta de cores pq eu to beeege ~

Pra quem quiser conferir mais trabalhos e novidades é só segui-lo:

Facebook /ricodalasam
Soundcloud /ricodalasam
Twitter @ricodalasam
Fontes: x x x

27 de jul. de 2015

The Backpack Sessions



Alex Serra nasceu em Barcelona e aos 27 anos resolveu ir atrás do seu maior desejo: conhecer o mundo. Há 5 anos, o cantor já manteve vários canais no Youtube com suas diversas versões covers, inclusive o canal Car Sessions, onde postava vídeos cantando junto com seus amigos enquanto viajavam de carro. A partir dessas experiências, teve a brilhante ideia de organizar a sua viagem.

Tudo começou quando Alex estava morando em Londres, em 2008. Ele diz que naquele ano estava empenhado em realizar seu sonho e foi então que deu o pontapé inicial comprando um bilhete de avião de ida para sua primeira parada: México.


"The Backpack Sessions" é uma forma de conhecer pessoas de lugares em que visita através da linguagem universal da música e também abraçar qualquer tipo de atividade criativa com as pessoas que encontra pelo caminho.

Em uma de suas primeiras viagens, Alex descobriu através de uma ferramenta do Youtube que seus seguidores eram de diferentes regiões: a maioria de países como EUA, Reino Unido, Canadá, Austrália, mas também de muitos dos países que gostaria de visitar durante a viagem, como o Brasil, Argentina ou Filipinas. Foi ai que ele teve a ideia de envolver pessoas em sua viagem, entrando em contato com seus seguidores e fazendo com que estas conexões fossem a ponte entre o viajante e o mundo que ele tanto sonhou em conhecer, tudo regado a uma trilha sonora de causar inveja.

Os vídeos de Alex tem covers de Amy Winehouse, Nina Simone, Ray Charles, Lauryn Hill, entre outros mestres, cada um gravado em algum lugar diferente do mundo, com ou sem participações especiais. 



Pra quem quiser conferir a aventura do cara, só segui-lo nos canais:

Facebook /alexserramusic
Twitter @alexserramusic

Ou se preferir entrar em contato e marcar uma visitinha do músico viajante, pode enviar um e-mail!

16 de set. de 2014

Amy, Amy, Amy

Neste domingo dia 14/09, Amy Jade Winehouse estaria completando 30 anos. A cantora britânica, que morreu em julho de 2011, era conhecida por seu poderoso e profundo vocal e sua mistura eclética de gêneros musicais, incluindo soul, jazz e R&B.



Sempre fui fãzoca da Amy! Além de excelente cantora, tinha um estilo inconfundível: todas as suas tatuagens tinham um significado especial, seu penteado e sua make sessentista tornaram-se marcas registradas e seu estilo retrô ficou eternizado.




Em apresentações e eventos, ela sempre aparecia no melhor estilo retrô: cabelo com topete volumoso, vestido tulipa e saltão babado. Já no dia a dia, Amy optava por um estilo básico: calças jeans skinni, muita camiseta básica e nos pés sua aposta sempre era a sapatilha.




Infelizmente, Amy com todo seu talento foi uma das artistas que fez parte do famoso "Clube dos 27": grupo de músicos do Rock ou blues influentes que morreram aos 27 anos de idade. Seu forte envolvimento com drogas pesadas e álcool foram os causadores desta terrível perda para o mundo da música.

Para relembrar o trabalho da cantora, ai vai uma das minhas faixas preferidas:



19 de abr. de 2014

Liberty & Liberdade

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Maira Gall